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Ensaios

05/08/2022
Carollina e Davi Nathan Benvenuti

Edição #522
O engenheiro agrônomo, há 35 anos,  veio do Rio Grande do Sul para desbravar o Paraná. Ele trouxe na bagagem coragem e muita experiência na área de conservação do solo. “Quando cheguei na região de Cascavel e Toledo comecei a incentivar os agricultores a diversificarem suas propriedades (avicultura, suinocultura, psicultura, etc.), também trabalhamos duro na fundação das cooperativas”, declara. Atualmente, a região Oeste é considerada uma potência do agronegócio e o engenheiro tem orgulho por ter contribuído com todo esse desenvolvimento. Casado com a farmacêutica Joana Benvenuti, Davi mudou de profissão após o nascimento da filha Carollina com o objetivo de se tornar um pai mais presente. Quando não trabalha  gosta de ficar em casa, curtir a família, tomar uma cervejinha, ouvir música sertaneja e ver um futebolzinho. Seus lugares favoritos, além da casa da sogra (risos), são as praias e a Serra Gaúcha. “Bento Gonçalves, Gramado, por lá gosto de tomar bons vinhos no inverno, degustar da culinária e daqueles cafés coloniais”. Motivado pelo sonho de um dia ser avô saiu do sedentarismo, perdeu peso, frequenta a academia disciplinadamente e caminha 10 quilômetros por dia.

Que folêgo, vida longa ao paizão Davi!


Um pai que mudou de rota para se dedicar à filha

Viver a paternidade sempre foi um desejo do engenheiro agrônomo Davi Nathan Benvenuti. Ele e a esposa passaram pelo menos 10 anos persistindo neste sonho. Até que a gravidez veio e promoveu uma transformação impactante. Os desafios de ser pai moldaram Davi. Começando pela “licença-paternidade”, ele fez uma pausa mais longa no trabalho para cuidar da bebê. “Eu trabalhava na Emater quando a Carol nasceu. Tinha uma licença para tirar, então peguei e fiquei ajudando a cuidar dela até os 6 meses”, lembra Davi emocionado.

Hoje, aos 70 anos, ele olha com muita admiração para a filha, que é estudante de Medicina e trabalha junto com os pais na condução da farmácia de manipulação Bioativa. “Ela é maravilhosa, uma alegria em nossas vidas! Muito inteligente e bonita, misturou o sangue japonês com italiano”. Entre os muitos episódios da jornada paterna, um em específico ficou gravado na memória: “Quando criança, Carol disse que não queria mais ir para a escola, porque não era o pai e nem a mãe que buscavam ela, estávamos sempre trabalhando. Então eu sai da Emater para acompanhar ela. Comecei a fazer outras atividades e ela se acostumou a sair comigo e fazia a programação: cinema, parque, lanchonete…”, relembra Davi, certo de que essa escolha fez total diferença no vínculo entre pai e filha.

"Ser pai tem que realmente querer. Exige muito amor e dedicação! Muitas vezes, é preciso deixar seus próprios planos de lado para  seguir, acompanhar e participar do desenvolvimento dos filhos em todas as etapas de suas vidas."



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