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22/03/2018
Faltam leitos em Cascavel

A superlotação nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em Cascavel não é novidade para ninguém. As pessoas que procuram as Unidades costumam esperar horas por atendimento, que são realizados em macas pelos corredores, pois não há mais espaço disponível. Em casos mais graves, os pacientes devem ser transferidos para hospitais, porém a disponibilidade de leitos no município é escassa. Dificuldade essa enfrentada pelo diretor do Colégio Estadual Júlia Wanderley Rosimar Baú, que durante 11 dias esteve com o filho de 16 anos na UPA Brasília aguardando por uma vaga. Indignado com a situação Rosimar se manifestou pelas redes sociais no dia 15/03. Após a repercussão do áudio gravado pelo diretor na imprensa, uma vaga foi disponibilizada em um hospital de Maringá e a transferência foi realizada, mas o problema de vagas persiste há tempos, o que indica que o sistema de saúde pública é falho. Além disso, surgem vários questionamentos: seria a falta de um hospital municipal? A distribuição das vagas feitas pela Central de Leitos está correta? Qual o papel da 10ª Regional neste impasse? Os hospitais de referência deveriam ampliar seus atendimentos? Enfim, quem irá assumir a responsabilidade e resolver de fato este problema?